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05/08/12


Historia

Escrito por aureo-mattos às 10h31
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prova

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Categoria: videos
Escrito por aureo-mattos às 10h24
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O crente e o seu mundo

  •  Os crentes e o mundo e o mundo dos crentes
    Publicado originalmente em 22/05/2005 00:09:00

    Se você é do mundo então você não faz parte do mundo dos crentes, considerando-se o que a expressão "o mundo" significa para eles.

    As passagens bíblicas que explicam o que estou falando são várias, mas basta esta:

    João 15:18 Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim.
    João 15:19 Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia.
    Dizer que alguém "não é deste mundo" pode ter diversas conotações, mas geralmente usamos esta expressão para nos referir a outro cujos hábitos o distinguem em muito da média em um ou mais aspectos.
    Quando os crentes dizem que alguém não é deste mundo estão falando deles mesmos.

    Assim como os homens são de Marte e as mulheres de Vênus, os crentes crêem habitar um planeta diferente do nosso, cujas coordenadas astronômicas só eles conhecem, mas dizem situar-se numa dimensão chamada de "espiritual".

    Você pode conviver diariamente com crentes, trabalhar com eles, tê-los como vizinhos ou co-participantes de alguma atividade social, mas se você se considera um simples habitante do planeta Terra, sem pretensões a uma dupla cidadania cósmica, então mesmo o crente mais moderado o verá como representante do mundo que ele acredita odiá-lo, o que inspirará nele, no mínimo, alguma cautela no trato com você.

    Isto não implica que amizade entre crentes e não crentes seja impossível, mas a amizade dedicada a um do mundo será, quase sempre, de natureza muito diferente daquela dedicada aos do mundo deles.

    Esta restrição temerosa dos crentes ao mundo e tudo que vem dele, inclusive você, é a primeira barreira que dificulta as tentativas de entendê-los.
    Além de primeira, é a barreira mais difícil de transpor, uma vez que não é pessoal. Você pode ser a melhor ou a pior pessoa do mundo, para os crentes não importa. Se você é do mundo, para eles é um alienígena.
    O único modo de alguém do mundo penetrar o mundo dos crentes é deixando o próprio.
    Como não emitem vistos de turista para o mundo deles, o único jeito de penetrá-lo é mudando-se para lá em definitivo, o que significa conversão.

    Para quem a conversão não está nos planos, o mundo dos crentes pode ser conhecido apenas pela observação de fora, o que, como os astrônomos amadores sabem, exige técnica e equipamento adequado, sem os quais a observação traz por resultado antes um anedotário pitoresco do que conclusões plausíveis.
    Como poucos dentre os do mundo dispõem desta habilidade ou recurso, mesmo porque a maioria tem mais o que fazer, o mundo dos crentes lhes é tão misterioso quanto os planetas de outros sistemas estelares. Perceptíveis por suas interações, mas invisíveis quanto aos seus aspectos interiores.

Categoria: Pensamentos
Escrito por aureo-mattos às 10h06
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28/12/11


Escrito por aureo-mattos às 11h51
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11/12/11


 
 

A minha causa é a causa do nada

A minha causa é a causa de nada

Max Stirner

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Há tanta coisa a querer ser a minha causa! A começar pela boa causa, depois a causa de Deus, a causa da humanidade, da verdade, da liberdade, do humanitarismo, da justiça; para além disso, a causa do meu povo, do meu príncipe, da minha pátria, e finalmente até a causa do espírito e milhares de outras. A única coisa que não está prevista é que a minha causa seja a causa de mim mesmo! “Que vergonha, a deste egoísmo que só pensa em si!”

Vejamos então como se comportam com a sua causa aqueles para cuja causa se espera que nós trabalhemos, nos sacrifiquemos e nos entusiasmemos.

Vós, que sabeis dizer tanta coisa profunda sobre Deus e durante milênios haveis “sondado os enigmas da divindade” e lhes perscrutastes o âmago, vós sabereis decerto dizer-nos como é que o próprio Deus trata a “causa de Deus”, que nós estamos destinados a servir. E de fato vós não fazeis mistério nenhum do modo como o Senhor se comporta. Qual é então a sua causa? Terá ele, como de nós se espera, feito de uma causa estranha, da causa da verdade e do amor, a sua própria causa? A vós, este mal-entendido causa-vos indignação, e pretendeis ensinar-nos que a causa de Deus é sem dúvida a causa da verdade e do amor, mas que não se pode dizer que esta causa lhe seja estranha, já que Deus é, ele mesmo, a verdade e o amor; a vós, indigna-vos a suposição de que Deus possa, como nós, pobres vermes, apoiar uma causa estranha como se sua fosse. “Como poderia Deus assumir a causa da verdade se ele próprio não fosse a verdade?” Ele só se preocupa com a sua causa, mas como é tudo em tudo, também tudo é sua causa! Nós, porém, não somos tudo em tudo, e a nossa é bem pequena e desprezível: é por isso que temos de “servir uma causa superior“. Do exposto fica claro que Deus só se preocupa com o que é seu, só se ocupa de si mesmo, só pensa em si e só se vê a si — e ai de tudo aquilo que não caia nas suas graças! Ele não serve nenhuma instância superior e só a si se satisfaz. A sua causa é uma causa… puramente egoísta.

E que se passa com a humanidade, cuja causa nos dizem que devemos assumir como nossa? Será a sua causa a de um outro, e serve a humanidade uma causa superior? Não, a humanidade só olha para si própria, a humanidade só quer incentivar o progresso da humanidade, a humanidade tem em si mesma a sua causa. Para que ela se desenvolva, os povos e os indivíduos têm de sofrer por sua causa, e depois de terem realizado aquilo de que a humanidade precisa, ela, por gratidão, atira-os para a estrumeira da história. Não será a causa da humanidade uma causa… puramente egoísta?

Nem preciso de demonstrar a todos aqueles que nos querem impingir a sua causa que o que os move são apenas eles mesmos, e não nós, o seu bem-estar, e não o nosso. Olhem só para o resto do lote. Será que a verdade, a liberdade, o humanitarismo, a justiça desejam outra coisa que não seja o vosso entusiasmo para os servir?

Por isso todos se sentem nas suas sete quintas quando zelosamente lhes são prestadas honras. Veja-se o que se passa com o povo, protegido por dedicados patriotas. Os patriotas tombam em sangrentos combates, ou lutando contra a fome e a miséria. E acham que o povo quer saber disso? O povo “floresce” com o estrume dos seus cadáveres! Os indivíduos morreram “pela grande causa do povo”, o povo despede-se deles com umas palavras de agradecimento e… tira daí proveito. É o que se chama um egoísmo rentável.

Mas vejam só aquele sultão que tão dedicadamente se ocupa dos “seus”. Não será isto o altruísmo em estado puro, não se sacrifica ele hora a hora pelos seus? Exatamente, pelos “seus”. Tenta tu mostrar-te uma vez, não como seu, mas como teu, e vais parar às masmorras por teres fugido ao seu egoísmo. A causa do sultão não é outra senão ele próprio: ele é para si tudo em tudo, é único, e não tolera ninguém que ouse não ser um dos “seus”.

E todos estes brilhantes exemplos não chegam para vos convencer de que o egoísta leva sempre a melhor? Por mim, extraio daqui uma lição: em vez de continuar a servir com altruísmo aqueles grandes egoístas, sou eu próprio o egoísta.

Nada é a causa de Deus e da humanidade, nada a não ser eles próprios. Do mesmo modo, Eu sou a minha causa, eu que, como Deus, sou o nada de tudo o resto, eu que sou o meu tudo, eu que sou o único.

Se Deus e a humanidade, como vós assegurais, têm em si mesmos substância suficiente para serem, em si, tudo em tudo, então eu sinto que a mim me faltará muito menos, e que não terei de me lamentar pela minha “vacuidade”. O nada que eu sou não o é no sentido da vacuidade, mas antes o nada criador, o nada a partir do qual eu próprio, como criador, tudo crio.

Por isso: nada de causas que não sejam única e exclusivamente a minha causa! Vocês dirão que a minha causa deveria, então, ao menos ser a “boa causa”. Qual bom, qual mau! Eu próprio sou a minha causa, e eu não sou nem bom nem mau. Nem uma nem outra coisa fazem para mim qualquer sentido.

O divino é a causa de Deus, o humano a causa “do homem”. A minha causa não é nem o divino nem o humano, não é o verdadeiro, o bom, o justo, o livre, etc., mas exclusivamente o que é meu. E esta não é uma causa universal, mas sim… única, tal como eu.

Para mim, nada está acima de mim!


A minha causa é a causa de nada: “Ich hab’ mein Sach’ auf nichts gestellt”, literalmente “Fundei a minha causa sobre nada”, é a primeira linha do poema de Goethe intitulado Vanitas! Vanitatum vanitas!, de 1806.
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Categoria: Pensamentos
Escrito por aureo-mattos às 19h11
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07/09/11


Delirio

Quando uma pessoa sofre de um delírio, isso se chama insanidade. Quando muitas pessoas sofrem de um delírio, isso se chama religião.

Escrito por aureo-mattos às 06h51
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Salvar

O desejo de salvar a humanidade é quase sempre um disfarce para o desejo de controlá-la.

Categoria: Pensamentos
Escrito por aureo-mattos às 06h49
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04/09/11


 
 

Por que não tenho livre arbitrio

Não tenho livre-arbítrio, e isso é ótimo.

É meu cérebro que controla meu comportamento. Ele é, como toda matéria, constituído inteiramente de elementos químicos. Ele é extraordinariamente complexo, com muitos componentes, todos interconectados em um padrão confuso e ainda pouco compreendido. Não obstante quão complicado algo seja, permanece o fato de que em um dado momento, este algo estará em um dado estado de organização. Os elementos químicos estão ligados em combinações particulares, e a energia e a matéria estão movendo-se em direções particulares.

Algum estímulo chega a mim vindo do ambiente. Este é captado pelos meus sentidos e o sinal é enviado ao meu cérebro. O sinal interage com meu cérebro, alterando seu estado físico e químico, tendo como resultado alguma reação de minha parte. Meu corpo, então, segue as instruções dadas pelo cérebro a respeito do que fazer. Houve algum livre-arbítrio nisso? Não, nenhum.

Alguém conta uma piada. Ouço-a. As vibrações sonoras da piada chegam ao meu cérebro através de meus ouvidos e são traduzidas em atividade eletroquímica. As regiões do meu cérebro responsáveis pela linguagem reconhecem o significado das palavras. A piada, que diz “Estas mulheres, como as concebo, são-me aprazíveis”, baseia-se na compreensão da ambiguidade do som cacofônico destas palavras, que podem significar “como as considero” ou “como-as com sebo”. Percebendo que a ambiguidade sonora é jocosa, sou capaz de entender a piada. Meu cérebro registra a hilaridade da piada, e então rio. Mas não decido rir conscientemente. O estímulo da piada teve como resposta meu riso.

Poucos minutos depois, ouço a mesma pessoa contar a mesma piada a outrem. Desta vez, não rio; não rio porque já ouvi esta piada anteriormente. Meu cérebro foi quimicamente alterado na primeira vez em que a ouvi, e agora o som da piada está interagindo com um cérebro que já não é mais o mesmo.

Apesar disso, às vezes tenho a sensação de que realmente tomo decisões. Estou numa loja tentado a comprar um par de óculos de sol, mas não consigo decidir se realmente valem o preço que preciso pagar por eles. Fico ruminando e remoendo sobre a decisão, e então deixo a loja sem comprá-los. Volto para casa pensando o tempo todo se fiz a coisa certa. Ainda assim, não há livre-arbítrio envolvido, mas apenas a ilusão de um.

Era certo que não iria comprá-los. Meu cérebro estava em um estado químico particular quando a oportunidade de comprar os óculos chegou, e dada a combinação particular de circunstâncias — o humor em que estava, a iluminação da loja, o conhecimento de meu estado financeiro —, era certo que decidiria contra o investimento. Minha mente consciente, entretanto, não sabia qual seria a decisão final, e aquilo que senti conscientemente foi apenas a agonia da decisão. Tais decisões difíceis são muito raras.

Algumas pessoas revoltam-se contra a conclusão de que não temos livre-arbítrio. Alegam que isso é deprimente, por algum motivo. Nunca me explicaram, apesar de eu ter perguntado muitas vezes, por que deveria me sentir deprimido ao descobrir que não tenho livre-arbítrio. A ideia de que não temos livre-arbítrio é uma conclusão lógica que pode ser inferida a partir do simples fato de que o cérebro é feito de matéria, e que este interage com o mundo através dos sentidos.

Vejo o mundo em que vivo como um lugar grande e complexo. Consequentemente — apesar de este possuir um certo e confortante grau de previsibilidade — nunca saberei ao certo qual será o próximo estímulo que irei experimentar. Ademais, não tenho acesso a tudo que meu cérebro está fazendo; deste modo, mesmo se pudesse prever os acontecimentos, ainda não poderia prever qual seria minha reação a eles. A vida é uma interessante experiência tridimensional, com visões, sons, cheiros, sabores e sentimentos. Por que deveria reclamar por não ter livre-arbítrio se possuo a perfeita ilusão de tê-lo, e o mundo é tão encantador? De que modo ter livre-arbítrio poderia me tornar mais feliz?

As pessoas falam sobre quão maravilhoso é o fato de termos evoluído um livre-arbítrio. Algumas consideram o livre-arbítrio algo tão estupendo que as convence de que um deus deve ter criado os seres humanos, e que o livre-arbítrio é alguma mágica especial que os homens possuem. Na verdade, não evoluímos um livre-arbítrio absolutamente; em vez disso, evoluímos a consciência e a ilusão de um livre-arbítrio. Frequentemente, para nós, de fato parece que poderíamos ter decidido agir de um modo diferente do qual agimos.

Então por que evoluímos a ilusão de um livre-arbítrio? Parcialmente, isso está relacionado ao fenômeno da consciência, mas também ao autoengano. Se conseguir enganar a mim mesmo, pensando que sou uma boa pessoa, então terei muito mais êxito em enganar os outros e fazê-los pensar o mesmo. Na realidade, no fundo, todos os nossos instintos atuam em função da autossatisfação. Apenas sou uma boa pessoa porque, em longo prazo, sê-lo me é conveniente. Se me convencer profundamente de que sou uma pessoa boa, então não irei ceder à tentação de ser mau em troca de uma vantagem de curto prazo. Serei uma pessoa boa de modo consistente, e os benefícios da bondade são muito maiores àqueles que agem assim. A ilusão do livre-arbítrio faz sentir que estou escolhendo ser bom, e, se estou escolhendo ser bom, tendo a escolha de ser mau, então devo ser realmente uma pessoa boa, certo?

Pessoas que foram hipnotizadas para gritar “Golaço!” com toda a força todas vezes que alguém usasse a palavra “Chute” darão motivos totalmente espúrios se forem questionadas sobre o motivo de terem gritado. Elas fazem o que fazem apesar de não saberem o porquê. A ilusão do livre-arbítrio nos protege de nossos verdadeiros motivos. A psicologia evolutiva é em grande parte o estudo de nossos motivos subconscientes. Aqueles que a estudam constatam repetidamente que nossos motivos simplesmente acontecem de coincidir com a estratégia que maximizaria o número de genes que poderão ser repassados. Homens não escolhem pensar que mulheres de vinte anos são mais atraentes que as de oitenta anos — simplesmente pensam assim. E simplesmente acontece que homens que pensam assim podem transmitir mais genes, pois mulheres de oitenta anos não podem engravidar. Isso não é coincidência. Similarmente, pessoas que foram enganadas por irmãos têm muito mais chances de conceder perdão do que aquelas que foram enganadas por indivíduos sem parentesco. O perdoador potencial compartilha genes com seus irmãos, e por isso há um interesse genético compartilhado. A pessoa que foi enganada pode sentir que tem a opção de não perdoar seu irmão, mas perdoar seu amigo, contudo não tem. A ilusão do livre-arbítrio evita que o indivíduo perceba a verdade, e assim aja mais eficientemente em função de seus genes. Se o indivíduo soubesse a verdade, poderia começar a agir contrariamente aos interesses de seus genes. Talvez algumas pessoas no passado tenham feito isso, mas provavelmente não se tornaram nossos ancestrais (mas, ainda assim, não tinham livre-arbítrio).

Bem, então não tenho livre-arbítrio. Posso sentar-me e aproveitar esta viagem de montanha-russa que é a vida. Nem mesmo sei o que farei daqui a pouco. Interessante, não?

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Categoria: Pensamentos
Escrito por aureo-mattos às 19h11
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27/05/11


Escrito por aureo-mattos às 19h42
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Escrito por aureo-mattos às 19h41
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Escrito por aureo-mattos às 19h26
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Escrito por aureo-mattos às 19h22
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14/04/11


Mentes doente

O Humano é único animal que tem consciência. As vezes pagamos um preço por isso.

Um mesmo tema pode ter várias interpretação por várias pessoas ou consciências. A própria religião é um caso disso. Dizem que deus é um só, porém as pessoas defendem a sua religião com sendo a única verdade. Mesmo sabendo que Deus é uma hipótese, morrem acreditando naquilo que quer acreditar. Na política acontece algo paredido.

Agora imagine a mente de um doente mental. O cara tem uma interpretação da realidade, que não tem nada a ver com a nossa. Digamos que o processador que ele usa para interpretar as variáveis não é o mesmo que o nosso, pois existem um defeito no seu sistema nervoso, que lhe garante um desvirtuamento da realidade. Não adianta procurarmos entender por que o psicótico toma atitudes as quais abominamos. simplesmente porque não as avaliamos com os mesmos critérios.
Pessoas sadias poder se tornar doentes, quando tem um interferência externa que as faça pensar de acordo com tais interferência. Durante a inquisição morreram centenas de mulheres, por serem consideradas bruxas. Hoje, em alguns países Islâmicos, outras centenas de mulheres são mortas por supostas traições a moral estabelecida.
Vejamos a história da humanidade: líderes, reis, imperadores, papas, messias e outros. Mentes loucas liderando mentes sãs. Mas porque tal fascínio pela loucura,pelo terror, pelos símbolos, pelo medo e pelo mistério. A realidade é tão sem sabor ?
A ciência veio para colocar luz onde antes erá trevas, mesmo assim a humanidade tem a predisposição de escolher aquilo que não tem sentido lógico.

A mente humana evoluirá ao ponto das mentes sãs superarem as doente?

Escrito por aureo-mattos às 07h02
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